Os resultados das eleições presidenciais não foram propriamente uma surpresa. Já se previa a necessidade de uma segunda volta. E também que António José Seguro e André Ventura eram os concorrentes mais bem posicionados para lá chegar. A escolha final, antevi há já algum tempo e mantenho, vai recair em Seguro, atendendo à enorme quantidade de anticorpos que Ventura suscita na maioria dos eleitores. Há um candidato do regime e outro anti-regime. Estou em crer que, por muitos defeitos que tenha, o regime vai prevalecer. Há demasiada instabilidade no mundo, pensarão os portugueses, para que o país se meta em aventuras. Ventura na Presidência seria uma aventura (passe o trocadilho) muito arriscada. Ele aliás quererá ter as mãos livres para concorrer a primeiro-ministro, pelo que que não lhe conviria ter as mãos atadas em Belém.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Há demasiada instabilidade no mundo, pensarão os portugueses, para que o país se meta em aventuras.
A velha teoria dos ovos e dos cestos de Mário Soares continua a fazer sentido.
António Guterres é um homem inteligente, pelo que está bem consciente das suas limitações.
Fazer balanços é mais ou menos fácil, mas acertar previsões é muito difícil.
Para evitar novas vítimas, Trump devia preocupar-se menos com os vistos de entrada e mais com o controlo de armas.
Os arquitetos podem ter vertigens e cair da viga… Resta esperar que não caiam muitos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos