Os resultados das eleições presidenciais não foram propriamente uma surpresa. Já se previa a necessidade de uma segunda volta. E também que António José Seguro e André Ventura eram os concorrentes mais bem posicionados para lá chegar. A escolha final, antevi há já algum tempo e mantenho, vai recair em Seguro, atendendo à enorme quantidade de anticorpos que Ventura suscita na maioria dos eleitores. Há um candidato do regime e outro anti-regime. Estou em crer que, por muitos defeitos que tenha, o regime vai prevalecer. Há demasiada instabilidade no mundo, pensarão os portugueses, para que o país se meta em aventuras. Ventura na Presidência seria uma aventura (passe o trocadilho) muito arriscada. Ele aliás quererá ter as mãos livres para concorrer a primeiro-ministro, pelo que que não lhe conviria ter as mãos atadas em Belém.
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