O governo criou um grupo de trabalho para definir a estratégia de combate à corrupção, ainda que um organismo equivalente já exista há anos. Designa-se Conselho de Prevenção da Corrupção, pouco ou nada produz e tem competências iguais ou muito semelhantes às agora anunciadas. Ou seja, António Costa, seguindo a pior tradição, forma mais comissões e comissõezinhas, duplica funções, dobra gastos públicos e - reza a máxima siciliana - muda para que tudo fique na mesma. Tanto assim é que Rui Patrício, advogado de Manuel Vicente (ex-vice-presidente de Angola acusado por corrupção ativa) ou de Penedos (condenado por corrupção no Face Oculta) - entre outros -, será quem, em nome do tal Conselho, discursará esta semana no Dia Mundial de Combate ao dito polvo. Perorará sobre as portas giratórias ou o salvamento dos bancos pejados de políticos?
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