Quando André Villas-Boas se posicionou para levar a cabo o que por esta ou por outras palavras disse ser ‘uma limpeza’ no FC Porto, após décadas de governação de Pinto da Costa, ninguém estaria à espera que levasse o propósito tão à letra. O episódio do cheiro a lixívia no balneário da equipa de andebol do Sporting é tão sórdido que, a bem da verdade, custa a crer ter tido como mentor o bem parecido rapaz das boas maneiras e do trato fino, como era visto o gentlemen André até chegar ao seu cadeirão de sonho. Já a complacência com o sucedido merece outra leitura. E até poderíamos pensar que o silêncio em relação a algumas práticas saloias e paroquianas seria apenas um resguardo corporativo. Não é, para desilusão de muitos e espanto de quase todos. Cada vez que fala, Villas-Boas mostra mais de si. E agora até ficámos a saber que faz queixinhas aos patrões de quem o comenta. Uma lástima.
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Presidente do FC Porto não é o que parecia, para desilusão de muitos e espanto de quase todos
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