A maioria dos políticos nacionais sabe muito pouco de História em geral e menos ainda da que aborda o século XIX português, o que, em grande medida, se deve à interdição de estudos sobre o Constitucionalismo Monárquico imposta pelo Salazarismo. Por outro lado, os cientistas políticos são capazes de exibir, em pormenor, os sistemas eleitorais que vigoram por todo o mundo sem analisar o contexto em que nasceram e se desenvolveram. Vem tudo isto a propósito do título que encabeça um recente artigo do ‘Público’ (6/2/2022): "PS abandona reforma do sistema eleitoral."
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O comando efetivo permanece concentrado num núcleo restrito.
Cresci com Marcelo como contínuo protagonista no espaço público e mediático.
As medidas anunciadas são tardias e incapazes de inverter a crise.
"As direitas têm chefes, mas o rei estava por vontade própria exilado em Massamá".
Um medicamente caro que vários países da Europa já aprovaram, mas Portugal ainda espera para o fazer.
Instabilidade gerada agora pelo ex-primeiro-ministro só se percebe se ele próprio quiser voltar a ocupar o cargo.
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