Desde telefonemas para a delegação do Porto, para a Redação em Lisboa, até mails e mensagens privadas no Facebook do jornal, a inquietação das pessoas gerou solidariedade.
O CM continuará a seguir esta história, até que as paredes da casa sejam pintadas com tinta especial e que a pequena moradia ganhe um isolamento que permita à família não viver num ambiente tipo gruta, sobretudo quando há uma criança doente debaixo deste gravíssimo cenário.
Acreditamos que essa solidariedade surgirá na prática. E porquê? Porque o CM tem uma história de altruísmo, onde só há espaço para um tipo de jornalismo: de pessoas para pessoas.
Sim, podemos fazê-lo.
E continuaremos a fazê-lo, porque este país ainda é feito de gente solidária, como os nossos leitores provam.
Como ajudar
A família criou uma página no Facebook para dar a conhecer a história de Rui e onde se pode fazer
uma contribuição. O NIB para ajudar esta família é: 0010 0000 5145 9460 001 33
Ligue também 760 202 101 para ajudar - uma iniciativa do Correio da Manhã/CMTV. Custo de cada chamada 0,60€ + IVA. A receita líquida das chamadas reverte totalmente para a família da criança.
Clique para ver o Especial sobre o pequeno Rui.
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Envie para geral@cmjornal.pt
Num contexto de alterações climáticas, temos de estar preparados para novas catástrofes.
Este aproveitamento miserável de uma situação de calamidade pública clama por justiça.
Como sociedade, temos de crescer em conjunto.
Já a Kristin se tinha ido embora e ainda havia – e há – pessoas sem eletricidade.
No país mais pequeno, onde a capital é realmente a capital, as prioridades são outras.
Distração profunda, cegueira ideológica ou simples desconexão?