Miguel Martins
Chefe de Redação MultiplataformaA dúvida surgiu quando criámos a mensagem de mail que é enviada automaticamente ao leitor cujo comentário a uma notícia foi publicado: daríamos ao destinatário possibilidade de responder ou, pelo contrário, seria um daqueles mails, como tantos outros do género, em que no fim se lê "esta é uma mensagem automática, por favor não responda"? Decidimos que as pessoas poderiam responder. Não queríamos privar ninguém de nos fazer chegar o que sente.
As respostas dos leitores começaram e nunca mais pararam: agradecem por publicarmos a sua opinião; por estarem longe e sermos a sua janela para Portugal, que inclusive lhes dá voz; aproveitam e enviam notícias e até desabafos.
Tentamos responder a todos, por mais que sejam. É que a força do CM no digital é a mesma da marca noutras plataformas: os leitores.
É este respeito por quem nos segue que, todos os dias, ano após ano, nos leva a ir mais longe no ciberespaço, onde não há limites para fazer mais e melhor.
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É preciso dizer não e irem para o Tribunal Constitucional juízes com curriculum de qualidade.
Como foi possível uma marca com sólida reputação associar-se a um fiasco como o Conta Lá? Veremos se, depois dos espantosos resultados - o canal teve, nesse dia, uma média de 300 telespectadores a assistir - a Michelin quererá repetir a experiência.
É incrível, e até nauseante, esta falta de impulso reformista no que ao fecho de esquadras diz respeito.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Washington pretende aplicar um garrote financeiro ao Irão.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.