Não considero nem nunca considerei que os direitos humanos devam ser sacrificados no altar do multiculturalismo ou tratados como um assunto interno de cada Estado soberano. As grandes declarações de direitos proclamadas desde finais do século XVIII - como a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão - decorrem da natureza humana e dizem respeito a todos os cidadãos do mundo. Por isso, não encaro com compreensão as violações dos mais elementares direitos promovidas pelo regime teocrático iraniano que provocaram, nas últimas semanas, a morte de muitos milhares de manifestantes. Em situações extremas de genocídio ou de atentados graves e generalizados contra os direitos fundamentais de um povo, entendo que a comunidade internacional tem o direito e o dever de intervir pelos meios mais adequados e isentos de danos colaterais contraproducentes: não se salva um povo sacrificando-o e agredindo-o. Mas tal intervenção não pode ser assumida unilateralmente por um Estado, por ser o mais forte.
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