Reginaldo Rodrigues de Almeida
Professor universitárioA experiência de pedir um 'Uber' tornou-se um exemplo curioso de como a Inteligência Artificial organiza e vende expetativas. Quando abrimos a aplicação, somos confrontados com várias categorias (UberX, Comfort, entre outras) que prometem diferentes níveis de qualidade do veículo e, sobretudo, rapidez. A lógica parece simples: paga-se mais por um carro melhor e para chegar mais depressa. Porém, na prática, muitas vezes acontece o contrário: seja qual for a categoria escolhida, o tempo de espera acaba por ultrapassar a estimativa inicial da aplicação.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A IA organiza a forma como compramos a promessa de tempo.
O livre-arbítrio exige mais atenção para continuar a existir...
Tornou-se possível fabricar narrativas credíveis em escala.
Os rendimentos dos músicos podem cair até 24% até 2028
Não se pense que somos o suprassumo da existência.
Portugal no topo da participação feminina no registo de patentes.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos