A ameaça aos polícias de os acusar de “traição à democracia” é tão grave como a ligeira sugestão que um dirigente sindical fez de que poderia haver problemas na realização das eleições de 10 de Março se eles não pudessem garantir o transporte das urnas de votos. Mas António Costa não hesitou em ofender os polícias com essa ameaça e esse insulto, o pior que lhes poderia fazer. Ele, que não falou em “traição à democracia” quando teve uma dúzia de casos de corrupção ou de suspeitas de corrupção e ilegalidades e falhas éticas no seu governo, e outras tantas em autarquias desgovernadas pelo partido que dirigia; ele, que teve um dos seus mais próximos colaboradores, o seu chefe de Gabinete, detido por ter escondido numa estante dinheiro vivo, os tais 75.800€, a escassos metros do próprio gabinete do primeiro-ministro na sede do governo — do governo da democracia.
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