Um militante de extrema-esquerda lançou uma bomba incendiária sobre uma família com crianças, ao terminar uma manifestação pacífica em frente do parlamento. A agência Lusa, canais de TV e outros media limitaram-se a chamar ao acto um "incidente", sem inicialmente referirem poder tratar-se de um acto terrorista. A TVI chamou ao cocktail Molotov um "objecto de pirotecnia". Os jornalistas desses media não quiseram ser ou tiveram medo de parecer "politicamente incorrectos", por viverem na redacções sob o manto diáfano da ditadura cultural do cancelamento wokista.
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