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F. Falcão-Machado

F. Falcão-Machado

Embaixador

Balanço

27 de março de 2015 às 00:30

As diversas eleições ocorridas na última semana – em Israel, na França, e na Andaluzia - merecem alguma atenção. Uma primeira e pouco mencionada conclusão a tirar é que a abstenção continua a ser um partido poderoso. Uma segunda observação confirma um facto já sobejamente conhecido: a larga margem de erro de muitas sondagens eleitorais. Outra evidência é que na retórica das campanhas eleitorais são recorrentes as promessas, ou ameaças, que depois acabam por não se cumprir. Haja em vista a questão do Estado Palestiniano, onde a posição do PM israelita Netanyahu parece haver oscilado após ter ganho as eleições e lido as reações de Washington. Finalmente dever-se-á registar como um facto positivo os resultados obtidos pelos partidos políticos (‘Podemos’, ‘Ciudadanos’, etc.) que tentam romper o bipartidarismo característico de muitas democracias europeias. O entusiasmo e o estímulo que essas formações provocam diagnosticam a necessidade de ajustamento estrutural dos leques partidários e poderão contribuir para a recuperação de um prestígio e dignidade que a atividade política tem perdido.

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