Para o futuro governo, que ainda não se conhece, não vai haver estado de graça. Participei em todos os atos eleitorais desde que existem eleições livres e nunca vi uma campanha em que as arruadas dos partidos políticos se entrecruzavam com outras feitas por professores, polícias, enfermeiros reclamando condições melhores de trabalho. Faltaram os médicos que anunciaram uma folga durante a batalha eleitoral, porém já devem estar a preparar as bandeiras para continuarem as reivindicações que possuem em carteira. Desta a vez, a patranha de que palavra dada é palavra honrada não vai pegar. Com uma agravante: todos os partidos políticos, todos!, na azáfama de ganhar votos prometeram com solenidade, e muita visibilidade, que iriam resolver as exigências destas diferentes corporações. E aqui, Montenegro deu o passo que o defunto governo evitou dar: vai repor o tempo de serviço dos professores, fazer justiça aos polícias e quanto às reclamações de médicos e enfermeiros as suas palavras ainda estão fresquinhas. Que faça contas rapidinho antes de o governo tomar posse. Os polícias já estão prontos para a luta e os professores não vão deixar terminar o ano letivo sem verem as promessas cumpridas.
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