Nesta época, no interior do País, abunda o trabalho braçal. É o tempo da apanha da azeitona. Trabalho muito duro que obriga os apanhadores a estarem curvados, remexer o solo gelado, recolhendo os frutos que se desprendem das oliveiras. Noutros tempos, era tarefa desempenhada por ranchos de homens e mulheres pagos pela empreitada, que iam de outras paragens. Quanta mais azeitona apanhassem, maior eram os ganhos. O envelhecimento do mundo rural tem vindo acelerar a substituição destes ranchos por mão de obra estrangeira. Não são ranchos. São bandos, liderados, a maioria das vezes, por traficantes de escravos. Trabalham subjugados, dormem amontoados em celeiros ou casas abandonadas, sem condições de higiene, mal alimentados, em silêncio. Os míseros euros que recolhem é melhor do que nada. Sem documentos que ficam na posse do traficante, são almas desertas e sem esperança. É dos crimes mais horríveis.
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