Conhecemos a Teresa desde o berço, vimo-la crescer, fomos aos seus casamentos, continua fascinante notar como herdou da mãe a paixão do exagero teatral. Da cena mais corriqueira ao relato dos amores da sua juventude, do curso que não terminou às paixões que viveu, a mímica, o tom da voz, os passos, o revirar dos olhos, tudo nela é o de quem nesse momento está num palco e exige atenção do público.
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Tão distantes, que já nem exóticos parecem, antes medievais.
O razoável funcionamento da caixa cerebral que armazena os dados.
Mais vezes do que – fosse ela de santo – a paciência aguenta.
Veio a droga, veio o martírio, sobram as ameaças.
Em vez de agradecer os conselhos, mostram má cara.
Um vasto número de portugueses, embora consiga ler um texto, tem dificuldade de interpretá-lo.
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