Durante duas semanas, o Presidente desapareceu do combate. Com razão? Sem razão? Não faço ideia. Mas, com razão ou sem ela, foi perturbante assistir à displicência farsante com que Marcelo viveu o momento. Pior: pela primeira vez no seu mandato, os portugueses vaiaram a cena.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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