"Maioria absoluta", disse ele, sem temer que o céu lhe caísse em cima. Mas o pedido veio fraco, envergonhado, como se proferisse uma blasfémia. Nem sempre foi assim. Com Cavaco e com Sócrates, a ambição apresentou-se sem disfarces e os portugueses premiaram a bravura. Com Costa, é visível a agonia. Até Marcelo foi invocado em vão, como se fosse o fiador de um negócio duvidoso.
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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