No calor do debate, a boca de António Costa fugiu-lhe para a verdade: terceiro mandato, aqui vou eu! Não é normal entre nós? Pois não. Só Cavaco Silva tem essa medalha ao peito, embora o primeiro dos seus três mandatos tenha sido de curta duração. Será que António Costa também prevê que este segundo mandato, sem uma maioria estável, não passa de uma antecâmara para um terceiro mais confortável?
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Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
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