O PCP prepara-se para reunir as tropas e o Presidente da República está preocupado com a ‘percepção’ que o Congresso vai criar na alma cansada do povo. Não vale a pena tanta preocupação, senhor Presidente. O PCP não se importa com ‘percepções’, o que não deixa de ser bizarro: nas sondagens, o partido começa a ser enxotado para os terrenos baldios dos 4%. E até o seu candidato presidencial persiste em não descolar dos 3%.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
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