O PCP prepara-se para reunir as tropas e o Presidente da República está preocupado com a ‘percepção’ que o Congresso vai criar na alma cansada do povo. Não vale a pena tanta preocupação, senhor Presidente. O PCP não se importa com ‘percepções’, o que não deixa de ser bizarro: nas sondagens, o partido começa a ser enxotado para os terrenos baldios dos 4%. E até o seu candidato presidencial persiste em não descolar dos 3%.
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Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
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