O PS não quer ouvir o presidente da Câmara de Setúbal no Parlamento. Não se percebe, dizem alguns. Por acaso percebe-se, digo eu: os próximos meses serão de contestação social a doer. Poupar o PCP a este vexame é uma forma de amaciar o partido para que a contestação não seja tão ruidosa. Amor com amor se paga.
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É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O PS tem aqui uma oportunidade única para fazer prova de vida contra o governo.
A saída de Rita Rato da direcção do Museu do Aljube é a discussão errada. A discussão certa seria saber como foi que Rita Rato lá entrou.
Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
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