Aqui há tempos, li na ‘Folha de S. Paulo’ números que arrepiam. O Canadá permitiu a morte medicamente assistida em 2016 para doentes terminais. Em 2021, incluiu patologias e deficiências que não podem ser aliviadas ‘de uma forma que o indivíduo considere aceitável’. Em 2023, entrarão as doenças mentais. Os menores de idade serão os próximos.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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