Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner, ambos nascidos em 1919, foram dos nomes mais importantes e influentes de toda a literatura portuguesa do século XX. Os comentários e as queixas que deixaram registadas alimentam a intensa correspondência trocada entre pelos dois entre 1959 e 1978 e que foi agora editada pela Guerra e Paz, editora com uma invejável e exemplar capacidade de reconstruir a memória literária de muitas décadas.
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O antigo primeiro-ministro britânico foi um brilhante autor de textos e de frases que marcaram a história mundial.
Churchill sabia bem quais as ameaças que condicionavam o futuro.
António Lobo Antunes: não veio o Nobel, mas ficou a grandeza da obra.
Defensores implacáveis da sua independência e liberdade, os finlandeses sabiam bem como era importante um país periférico do continente europeu libertar-se de uma longa ditadura.
Foi esta estética e este nome [Vhils] que o Presidente escolheu.
Em tempos de guerra, as inquietações habituais multiplicam-se.
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