Todos os anos por esta altura uma editora portuguesa desafia os habitantes do país para contribuírem para a escolha da palavra do ano. Este ano há já palavras pré-seleccionadas como é o caso de "apagão" e outras que se relacionam directamente com factos da nossa realidade política. Vendo com atenção, há uma palavra que está claramente em falta que é a palavra "eleições" porque, das autarquias à Assembleia da República, passando pela renovação da presidência do Benfica, quase tudo tem sido resolvido eleitoralmente.
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Na realidade, somos essencialmente um país de velhos
Marcelo Rebelo de Sousa nunca deixou de ser um comentador.
O tira-teimas, que está nos votos, tem dado força e razão à direita.
A perspectiva que hoje surge no horizonte é alarmante.
Houve logo quem se recordasse do tremor de terra de 1755.
Visitei o Kremlin pela primeira vez em outubro de 1975, integrado na comitiva do Presidente Costa Gomes.
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