João Massano
Bastonário da Ordem dos AdvogadosO caso Spinumviva voltou a pôr tudo em pratos limpos: hoje qualquer um pode vender consultas, redigir contratos ou cobrar dívidas sem ser advogado. Surgem anúncios tentadores de serviços jurídicos rápidos e baratos — basta seguir um perfil, clicar num site ou receber um panfleto. Parece solução fácil, mas onde está o seguro, a responsabilidade, a ética que sempre se exigiu à advocacia? Muitos prometem mundos e fundos e quando algo corre mal, desaparecem ou ignoram as consequências.
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Quem ataca o advogado, ataca o Estado de Direito.
A 24 de fevereiro há novo dérbi. A lei não mudou. Os detidos estão livres.
As plataformas sabem a rota contratada. Sabem quando o carro se desvia. A tecnologia existe. A vontade, não.
A democracia não se mede nos dias em que votamos. Mede-se nos dias em que chove.
A seguradora tem obrigações. O Estado tem deveres. O cidadão tem direitos. Exija-os.
Quando assina sem o seu advogado, está sozinho. E sozinho, perde.
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