Numa entrevista, publicada há 18 anos no ‘Jornal de Negócios’, Teresa Caeiro assumia a dificuldade que teve em impor-se na política, que era, na verdade, um dos seus maiores amores. “Sou mulher, sou loura, de direita, advogada, política... Faço um pleno”, afirmava, em tom irónico, a Anabela Mota Ribeiro. Teresa, ou ‘Teggy’, como era conhecida entre os seus e até publicamente, desapareceu súbita e prematuramente. Tinha 56 anos e tinha tudo para ter sido uma das grandes figuras da política nacional. Teve ‘azar’: era mulher, e ainda por cima do CDS, um partido em vias de extinção. Pior: era demasiado educada e, por isso, mal interpretada por quem não entende que essa é uma característica fundamental para uma vida saudável em sociedade. Partiu e deixou-nos um aperto no coração. E não foi só pela idade. É que isto de ser mulher é muito, mas mesmo muito complicado.
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