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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

25 de abril de 2026 às 09:49

Celebrar Abril e a liberdade: Acompanhe ao minuto a sessão solene no Parlamento

O que sabemos até agora:

- Os 52 anos desde a Revolução do 25 de Abril de 1974 assinalam-se este sábado no Parlamento com uma sessão solene; 

- A cerimónia vai contar com o discurso do recém-eleito Presidente da República, António José Seguro, que discursa pela primeira vez na sessão solene do 25 de Abril no Parlamento; 

- Antes do encerramento da sessão solene pelo chefe de Estado, a penúltima intervenção cabe ao presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco;

- Na parte da tarde, após a sessão solene, pelas 14h30, o presidente da Assembleia da República vai dar as "boas-vindas" aos cidadãos que visitarem o Palácio de São Bento, abrindo-lhe a porta principal da "Casa da Democracia".
Hoje às 11h00

José Luís Carneiro fala no 25 de Abril como "mais do que uma Revolução" - "um sobressalto moral"

O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, começou por discursar com uma alusão a Manuel Alegre: "Foram dias, foram anos a esperar por um só dia". "O 25 de abril foi mais do que uma Revolução, foi um sobressalto moral", referiu Carneiro, que também recordou as vidas perdidas numa "guerra colonial sem sentido e contrária ao princípio da autodeterminação dos povos". "A solução tinha de ser política e nunca militar", referiu o secretário-geral, que falou em "teimosia colonialista". 

"Portugal apresentou-se ao mundo como um Estado de direito democrático", apontou Carneiro, que recordou o projeto europeu liderado por Mário Soares e pelo PS. "Devemos estar sempre do lado do direito internacional da carta das Nações Unidas", disse. 

Carneiro falou ainda na falta de respostas na Saúde e apontou que a justiça social é um valor de todos os dias, sem deixar de referir a necessidade de crescimento económico e da "habitação digna para as famílias". 

O secretário-geral finalizou o discurso invocando Salgueiro Maia e afirmando um "compromisso com o futuro para o bem de todos". "A liberdade não se oferece, conquista-se". 

Hoje às 10h53

Mariana Leitão , da IL: "Abril não se fez para que nada mudasse"

Hoje às 10h47

Rui Tavares pediu para não se ter "medo da história" e recordou como se chegou ao regime do Estado Novo

Hoje às 10h30

João Almeida do CDS aponta as "visões alternativas" no celebrar de Abril e inclui no discurso o 25 de Novembro

"O 25 de abril fez se para que não houvesse pensamento oficial nem donos do regime", começou por dizer o deputado do CDS, João Almeida, durante o discurso na sessão solene do Parlamento. João Almeida incluiu a data do 25 de Novembro durante a intervenção, questionando o porquê de alguns deputados terem medo de celebrá-la. 

João Almeida falou nas "visões alternativas e opostas" que se juntam no celebrar de Abril e frisou a crítica aos governos de esquerda. 

Hoje às 10h39

Alfredo Maia descreve o País antes do 25 de Abril e reafirma o "compromisso com os valores da Revolução inapagável"

"O País estava submetido a uma ditadura fascista que alguns ainda invocam": Alfredo Maia discursou pelo PCP e recordou um Portugal "pobre e numa repressão" antes da Revolução de Abril. Num discurso onde começou por saudar os capitães de Abril, Alfredo Maia prestou ainda homenagem aos combatentes dos movimentos de libertação das colónias e às vítimas da Guerra Colonial Portuguesa. Alfredo Maia lembrou ainda "as milhões de pessoas vítimas da PIDE" e apontou a "justiça, liberdade, democracia e paz", como um rumo que é preciso tomar. 

"52 anos após a madrugada de Abril, reafirmarmos o compromisso com os valores dessa revolução inapagável e com um projeto que anunciou um Portugal mais justo", referiu. 

Hoje às 10h23

Fabian Figueiredo, deputado do BE: "O 25 de Abril não é um museu de boas intenções, é uma oficina viva"

O deputado único do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, começou o discurso referindo que "a democracia tem uma caraterística difícil para os impacientes - obriga-nos a ouvir pessoas com as quais discordamos". Numa alusão à "gritaria constante" durante as sessões no Parlamento, Fabian Figueiredo aponta que a Assembleia da República "não pode ser um espelho para as piores soluções". 

"O 25 de Abril não é um museu de boas intenções, é uma oficina viva", disse, depois de ter apontado que o País tem muitos problemas, "mas nenhum deles é a liberdade". 

Hoje às 10h17

Inês Sousa Real pede uma "sociedade progressista" e que se questione se a "promessa de Abril" está a ser cumprida

A deputada eleita pelo PAN, Inês Sousa Real, discursou no Parlamento e pediu uma "sociedade progressista" e que se se questione se a "promessa de Abril" está a ser cumprida. "É tempo de escolher o futuro que queremos", referiu Inês Sousa Real, que apontou a "violência e sofrimento" que ainda existe na sociedade portuguesa. Num discurso em que fez alusão a Natália Correia, a deputada do PAN referiu ainda o populismo e as ameaças à democracia. 

Hoje às 10h08

"A liberdade é uma construção diária": Deputado único do JPP fala em esperança e aprendizagem com o passado

O deputado único do JPP foi o primeiro a tomar a palavra no início da sessão que assinala os 52 anos do 25 de Abril. "Há datas que não pertencem ao calendário, pertencem a um povo", afirmou.

"Quando invocamos os 52 anos desse tempo, não o fazemos por nostalgia mas por gratidão, pelos que acreditaram que Portugal poderia ser mais justo. A liberdade é uma construção diária", afirmou Filipe Sousa. 

Hoje às 09h48

António José Seguro chega ao Parlamento

O Presidente da República, António José Seguro, já chegou ao Parlamento e foi recebido por honras militares. Seguro recebeu as honras militares junto ao estandarte nacional, acompanhado de José Pedro Aguiar Branco. Seguiu-se o hino nacional. 

António José Seguro chega ao Parlamento
António José Seguro chega ao Parlamento

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