Devia, educadamente, chamar-lhe Presidente. Presidente da República foi, até ontem, mas Marcelo será para sempre. O professor, o político e o Presidente tratado pelo nome próprio porque, na verdade, fez sempre por ser ‘lá de casa’. Marcelo deixa como legado a proximidade ao povo português. E não foi só pelas ‘selfies’ que tirou com à-vontade incomparável, mas porque se misturou, foi para junto dos seus, abraçou, beijou, perguntou, opinou enquanto comia bolas de Berlim ou ia buscar o jantar ao restaurante perto de casa - na fase em que ficava mais em Cascais do que no Palácio de Belém, que recebeu. Vamos ter muitas saudades do Marcelo, o que ria sem pudores. Esperemos que continue por perto. Fazem-nos falta os de visão arguta e sentido de humor mordaz.
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Vamos ter muitas saudades do Marcelo, o que ria sem pudores.
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