Vamos contar uma história emocionante, mas na qual o protagonista não é humano, mas sim, um animal. Estranho? Veremos que não. Punch, um macaco-japonês, nasceu num jardim zoológico de Tóquio, Japão, mas cedo foi rejeitado pela mãe. Pequenino e sem carinho, o macaco encontrou “colo” num boneco de peluche, perdido no recinto onde encontrava. Foi no peluche, um orangotango do tamanho da mãe de verdade, que Punch passou a enroscar-se, a adormecer, a encontrar conforto. As imagens foram gravadas pelos funcionários do zoo de Japão e divulgadas nas redes sociais. Acabaram por se tornar virais. No mundo inteiro. A história da rejeição e descoberta de um abraço num peluche que substituiu o amor materno correu mundo, foi comentada, chorada, emocionou crescidos e crianças, transformando-se numa espécie de novela diária, vertical, nas redes. Seguir-se o primeiro abraço de outro macaco chinês e nova dose de comoção mundial. Como é possível que um macaquinho que necessita de carinho crie uma onda de amor tão grande? Simples: é uma grande história e o tema que aborda é universal. Só é um bichinho. Mas isso, para o moral da história pouco importa.
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A história do macaquinho aborda um tema universal: o amor.
Ruy já está entre os raros: os resistentes, os que se mantêm de pé, os com coluna vertebral e os que têm muito a passar como testemunho.
Marie, diga-se desde já, não esteve presente na estreia do documentário sobre a si.
Não conheço apresentador da RTP que não seja feliz.
Essa é a história (entre muitas outras) do suposto sucesso do documentário ‘Melania’, nos cinemas.
A questão é: como fica a RTP - canal estatal - no meio de toda a polémica.
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