A única coisa de que devemos ter medo é do próprio medo.” A frase é de Franklin Roosevelt, no seu primeiro discurso de posse em 1933, na sequência da Grande Depressão. FC Porto e Benfica tiveram medo do próprio medo - mais o Benfica, comprovado pelo sorriso de José Mourinho no fim, mas Francesco Farioli também não ficou triste. Era importante ganhar, mas mais importante não perder, para o FC Porto; para o Benfica era absolutamente decisivo não perder. Jogar para o ponto é uma coisa, não ter um remate à baliza a não ser de livre, como fez o Benfica, é outra. Ter jogadores de 20 milhões no banco e nem os usar é, ainda, outra. Mourinho não está confortável com o plantel e se nenhum benfiquista leva a mal este 0-0, o problema do Mourinho dos últimos anos não foi o de conseguir resultados de 0-0, outrossim chegar a vitórias grandiosas.
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Rafa dá imprevisibilidade ao jogo da equipa.
Grande forma dos avançados da equipa do Sporting.
Não queriam perder, fizeram muito pouco para ganhar.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
O melhor plantel nem sempre dá a melhor versão.
Enfrentar o Realismo Fariolístico sem medos.
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