Os jogos às vezes são o que dão. Foi um bocado assim este clássico entre o primeiro e o segundo classificados - sem golos que o animassem até um quarto de hora do fim. Nesses 75 minutos, o jogo foi mais o que o FC Porto quis, qualquer coisa como não haver jogo. Tudo estratégia, tudo fechado, tudo nulo. O Sporting, que tem os melhores avançados da Liga, respondeu na mesma, marcações, marcações e mais marcações. Tudo rígido. Como rígidas foram as mentiras dos treinadores no final - mentiram e muito, como se ninguém tivesse visto. Nem tudo ainda é comunicação no futebol. Não queriam perder, fizeram muito pouco para ganhar. Com razões atendíveis, um e outro, mas isso não torna a mentira mais aceitável.
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Rafa dá imprevisibilidade ao jogo da equipa.
Grande forma dos avançados da equipa do Sporting.
Não queriam perder, fizeram muito pouco para ganhar.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
O melhor plantel nem sempre dá a melhor versão.
Enfrentar o Realismo Fariolístico sem medos.
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