A 10 pontos do Braga (5.º), a 10 do FC Porto (líder), a vida do Benfica não está fácil. É o Benfica de Mourinho - o que torna a coisa mais picante - e cada vez mais mourinhista, com um futebol irregular, como em Braga: fugidio na primeira parte, francamente positivo na segunda. No final, 2-2 e queixas do árbitro. Na segunda parte o Braga defendeu tão mal que, de facto, é quase impossível o Benfica não ter marcado o terceiro golo. E não marcou. Queixas de árbitros no Benfica não soam bem, por muito que seja Mourinho a fazê-las com ironia. Ou sarcasmo, como pareceu. A solução do 4-5-1 é muito mourinhiana: compacta, permite defender bem e atacar com o talento de Pavlidis e Sudakov, a presença lúci- da de Aursnes e a força de Ríos, o que tem mérito. A substituição sistemática de Sudakov carece de explicação - deve haver alguma. E não ajuda andar a dizer que ‘Ríos não é Rui Costa’, ou que não tem estrelas - o melhor Mourinho fazia estrelas e nas estrelas desenhava os seus títulos.
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