Como no início do século XX na Nicarágua, como há exatamente 36 anos, no Panamá, os EUA foram aos seus quintais do Sul, para limpar umas raízes podres. Agora, a ação passa-se na Venezuela. Desde há umas semanas, o cenário estava montado. Um país anémico financeiramente, com as suas instituições democráticas destruídas, tomado por uma clique armada dominante, alimentada por cocaína e petróleo. Um Estado, onde a larga maioria dos cidadãos se sente violada nos seus direitos mais básicos, foi agora intervencionado pela decisão de um presidente dos EUA. Perguntemos aos milhares de refugiados luso-venezuelanos, na Madeira ou em Aveiro, como viram esta intervenção americana. Com alívio e esperança.
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