Durante anos, fui assinante do ‘New York Times’. Mas a meio do mandato de Donald Trump deixei de dar para o peditório. Não por gostar de Trump. Não gosto. Mas porque pagar espectáculos de histeria anti-Trump e de ‘sinalização da virtude’ sempre me pareceu um desperdício: as redes sociais já fazem isso, e de borla.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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