A guerra da Ucrânia tem um fim ou será uma sangria lenta e demorada? Eis a pergunta para 2023. Nos próximos meses, com a anunciada ofensiva russa (200 mil homens? mais?), saberemos a resposta. Seria trágico que a guerra se prolongasse: para os ucranianos, sem dúvida, mas também para o democratas ocidentais, que não podem garantir eternamente o apoio dos seus eleitorados a Kyiv. Se houver mudanças na Casa Branca em 2024, esse apoio pode até desaparecer.
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