Aqui há tempos, li na ‘Folha de S. Paulo’ números que arrepiam. O Canadá permitiu a morte medicamente assistida em 2016 para doentes terminais. Em 2021, incluiu patologias e deficiências que não podem ser aliviadas ‘de uma forma que o indivíduo considere aceitável’. Em 2023, entrarão as doenças mentais. Os menores de idade serão os próximos.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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