Não é apenas a Rússia que ameaça usar a bomba. Marcelo Rebelo de Sousa, como bem notou Carlos Rodrigues neste CM, também não está pelos ajustes: no seu discurso do 5 de Outubro, lá tivemos o Presidente a lembrar o governo da prerrogativa de dissolver o Parlamento. Porquê?
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Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
A eleição falhada de Tiago Antunes para provedor de Justiça oferece uma única lição: o PS não aprendeu nenhuma.
O vice-presidente dos EUA aconselhou o Papa a ter mais cuidado quando fala de Teologia.
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