Quem tem Paris tem tudo. Tem a Torre Eiffel. E o Louvre. E a Notre-Dame. Os boulevards e os telhados. E, e, e. O objectivo da cerimónia olímpica foi fazer valer o que Paris é, de lés a lés: uma capital que já foi do mundo e quis voltar a ser orgulho da França, da Europa e do mundo. A França é Paris, Paris é a França. A chuva só salpicou a ‘grandeur’. A Torre Eiffel brilhou como sempre — basta lá estar —, e maravilhou com luz em movimento. A ‘grandeur de la France’ cumpriu-se.
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