Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitri Muratov, da Rússia, laureados com o Nobel da Paz têm em comum prosseguir a actividade jornalística em ambiente hostil e realizando jornalismo sério, baseado nos factos investigados e respeitando a deontologia. Se o jornal ‘Rappler’ de Ressa é considerado inimigo pelo presidente filipino e ela chegou a ser detida, o percurso de Muratov e da ‘Novaia Gazeta’, que dirige, é mais impressionante: seis jornalistas e colaboradores assassinados sob o reinado de Vladimir Putin. Que coragem é necessária para trabalhar, 365 dias por ano, num jornal cujos jornalistas são perseguidos, espancados e assassinados!
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