Portas desmantelou o Serviço Militar Obrigatório (SMO) em 2004 para agradar às juventudes partidárias e atender à nova realidade de como fazer Defesa Nacional. Mas não reformou ou alterou o SMO: acabou com ele. Inventou um ‘Dia da Defesa Nacional’, a que os meus alunos vão, ou por ser giro ir com os colegas, ou porque querem no futuro ser funcionários públicos. Nunca encontrei jovens realmente interessados nas Forças Armadas e na Defesa Nacional por ter participado no ‘Dia’. E não podem estar preparados minimamente para defender o país. Eles ignoram até quais são os ramos das Forças Armadas: Exército, Marinha e Força Aérea. É certo que era preciso mudar, não porque os pipis da JSD, da JS e da JC abominassem vestir a farda, mas porque o SMO tinha ainda o carácter dos tempos da guerra colonial, quando todos eram chamados, levando então centenas de milhares a sair do país.
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