A invasão da Ucrânia, o ataque a Israel pelo Hamas e à circulação marítima pelos Houthis estão naturalmente ligados. Partem da premissa de um ocidente em decadência que a Rússia e a China partilham. Eles querem reescrever, à sua maneira, a ordem mundial. Vários responsáveis europeus têm alertado recentemente para a necessidade de cuidarmos da nossa defesa. O último foi o Ministro da Defesa Alemão. Pistorius disse que “ouvimos ameaças do Kremlin quase todos os dias... por isso, temos de ter em conta que Vladimir Putin pode até atacar um país da NATO um dia”. As suas “ameaças contra os Estados Bálticos, a Geórgia e a Moldávia têm de ser levadas muito a sério”. A história diz-nos que só há uma coisa que pode parar os invasores. É a perceção da derrota, base da dissuasão. É nesta perspetiva que a NATO tem vindo a trabalhar. O exercício “Defesa Firme 2024” é a nossa resposta coletiva. Vai envolver 90.000 militares, atuar em todos os domínios operacionais e em toda a extensão da Aliança. O exercício vai testar o reforço da Europa pelas forças americanas, a circulação no continente para ocorrer rapidamente a qualquer local ameaçado e a atuação contra todos os tipos de agressões.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
No Médio Oriente há muitos que vivem destas guerras.
Está na altura de parar esta guerra sem futuro.
A Europa parece mais paralisada do que dividida sobre o que fazer.
Trump assustou-se com as subidas dos preços dos combustíveis
Uma vez mais, o mundo sente como é difícil controlar resultados.
A eleição de um novo líder supremo deve figurar uma "nova era".
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos