Estamos a chegar à época do ano em que costumam acontecer graves incêndios, em Portugal e noutros países europeus. De tal modo se tornou frequente que entrou na linguagem comum dizer-se “época de incêndios”. Já é muito difícil alguém admitir que podemos passar os meses de Verão sem que ocorra um incêndio de grandes dimensões. E será uma utopia, um sonho irrealizável? Acredito que não. Se todo o País se mobilizasse em torno desse desígnio, seria possível. Na situação atual, com as consequências nas florestas das tempestades deste Inverno, impunha-se - impõe-se - tomar medidas excecionais. Há direitos que têm de ser suspensos e as forças da Proteção Civil têm de dispor de poderes como, por exemplo, o de entrarem em propriedades privadas que não estejam tratadas e ofereçam perigo a esse nível. É por isso que defendo, há muito, muito maiores responsabilidades para as autarquias em matéria de prevenção.
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Defendo, há muito, muito maiores responsabilidades para as autarquias na prevenção dos incêndios
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