A falta de pessoas para trabalhar, em diferentes setores da economia portuguesa, cria situações cada vez mais complexas. Digo muitas vezes que quem legisla, ou quem decide, deve ter sempre experiência “de terreno”, seja no setor privado, seja no setor público. Ora o que se passa com muitas obras, muito comércio, muitas tarefas de operários especializados é que não há gente que chegue. As obras atrasam, as obras param, as lojas abrem menos horas do que a procura que têm justificariam, os concursos para recrutamento de pessoal ficam vazios, não há carpinteiros, serralheiros, jardineiros, motoristas, calceteiros, nas autarquias. Claro que não é assim em todos os Municípios, mas essa realidade é comum a muitos deles. Isto para não falar das dificuldades noutras profissões.
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