Os mecanismos de controle de capacidade para o exercício de funções de quem pode destruir uma civilização inteira ou mesmo o Mundo, têm de mudar. Devem mudar em democracias e seria bom que também mudassem em ditaduras. É difícil conceber uma maneira de impedir situações destas: decisões de uma só pessoa, mesmo que apoiada por um grupo de outras pessoas, a porem tanto em risco ou, pelo menos - o que é muito - a porem os mares e a economia de todo o Mundo “de pernas para o ar”? De que mais precisam? O que falta mais verem para ser acionada a 25a Emenda e/ou o impeachment? Querem um pequeno exemplo de consequências? Países que iam ter superavits orçamentais e vão para deficits de vários anos; a Presidente do Banco Central Europeu a alertar para a quase certeza de que os efeitos desta crise energética durarão anos; os bloqueios e contra-bloqueios de uma passagem tão importante como o Estreito de Ormuz; as previsíveis ruturas de stocks de combustível de várias companhias aéreas. Um caos, para além das maiores desgraças das guerras que são os que perdem a Vida, ou ficam feridos, ou têm as suas organizações de vidas destroçadas.
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Quem pode, nos EUA, que ponham cobro a isto que se está a passar. Sejam Republicanos ou Democratas, ajam como seres humanos de bom senso.
Quem discute relações laborais deve ter bem presente o tempo em que o Mundo está e aquele em que vai entrar.
Não parecendo uma pessoa extrovertida, o Papa Leão XIV transmite algo de ternurento e carinhoso.
O Mundo precisa de clarificação. Parece que anda tudo sem norte, confuso, contraditório.
É preciso dizer não e irem para o Tribunal Constitucional juízes com curriculum de qualidade.
Foi uma cerimónia muito digna, sem incidentes nem faltas de respeito. Hoje em dia não é frequente.
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