Acácio Pereira
Presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEFCarlos Moedas voltou a mostrar como o verniz liberal esconde um populismo oportunista e perigoso. Ao aceitar uma proposta do Chega no orçamento municipal para condicionar os apoios sociais a crianças em função da sua nacionalidade, o presidente da Câmara de Lisboa cruzou uma linha que não é apenas política, é civilizacional. Discriminar crianças nunca é um detalhe administrativo: é uma opção ideológica consciente, ainda que mascarada pela fórmula cobarde de que “a lei será cumprida”. A lei, recorde-se, existe precisamente para travar impulsos discriminatórios, não para os legitimar por via indireta.
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