Esta semana a Greve (Quase) Geral preencheu a agenda mediática. Quase todos os trabalhadores tiveram a oportunidade, dentro da sua consciência e convicção, pelo menos assim se exige, de optar por aderir, ou não, a esta convocatória por parte das principais Centrais Sindicais. No final do dia, até alguns não trabalhadores, cuja única atividade que se lhes reconhece é participar em manifestações com agendas bem definidas, tiveram a oportunidade de transformar uma ação séria, de defesa de direitos consagrados na nossa Constituição, num palco de vandalismo e de demonstração do pior que a sociedade consegue produzir. Tudo isto “admissível”, obviamente, em prol da nossa Democracia...!
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Não será mais racional assumir que possa ter havido uma falha por ausência de capacidade de supervisão?
Braga é distrito onde há uma desproporcionalidade entre eventos desportivos e efetivo policial.
Será isso que determinará o nível de sucesso e o mérito do novo MAI!
Se o foco no verão está nos incêndios, inevitavelmente a Segurança Interna é relegada para um perigoso e inadmissível segundo plano.
Não se percebe, pois, como é que o Estado/Governo continua a destratar as Forças de Segurança.
Estratégias governativas de quem continua a desconsiderar a Segurança do país.
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