Liderança
As palavras são reconfortantes, mas exigem-se atos.
As palavras são reconfortantes, mas exigem-se atos.
Quem abandona a sua Polícia abdica da sua própria autoridade.
Os acordos não se assinam para ficar na gaveta.
Solução está ao alcance de quem tem a responsabilidade de decidir.
Sucessivos Governos não investiram na Segurança do País.
A Segurança não pode continuar a ser condicionada por preconceitos.
A ordem e a sua manutenção são o maior garante da democracia, e será contra esta que estará a anarquia.
No País real, vamos continuar a ter dificuldade em ver polícias.
Solução do problema deve recair sobre quem regula, autoriza e coordena estes voos.
O dever de colaboração e cooperação institucional não pode transformar a PSP num recurso permanente para suprir falhas alheias.
Casos excecionais e difíceis de virem a ser repetidos.
Não há racional que sustente essa restrição de direitos.
Não haverá boas soluções sem as Forças de Segurança motivadas e respeitadas.
Os municípios e as suas polícias não detêm atribuições legais, e quem o diz são os Tribunais.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.