No Afeganistão, um juiz rejeitou o pedido de divórcio de uma mulher vítima de violência doméstica, justificando que “um bocadinho de raiva e umas tareias não a vão matar”. A decisão surge na sequência de uma alteração à lei talibã que permite que os maridos batam nas mulheres, desde que não partam ossos nem deixem feridas visíveis. Se tal acontecer, a ira de Alá cairá sobre o agressor na forma de uma pena de... 15 dias de prisão. Assim se faz justiça na terra dos chapéus achatados, em pleno século XXI.
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Lei talibã permite que os maridos batam nas mulheres, desde que não partam ossos nem deixem feridas visíveis.
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