O Ministério Público mandou realizar uma perícia às notas encontradas no cofre de São Bento. Sabe-se quem é o proprietário, que já admitiu ter recebido o dinheiro em numerário para fugir ao Fisco - imposto que entretanto regularizou. Ainda assim, o Ministério Público não parece disposto a devolver as notas.
Decidiu então investigar quem lhes teria tocado. Esperava-se talvez uma revelação relevante - teria sido António Costa? -, mas o resultado foi outro: surgiram impressões digitais de quatro polícias, apresentadas como um “descuido” da PSP. Convém esclarecer: em buscas a cofres, não é prática comum o uso de luvas.
Procurar impressões neste contexto roça o absurdo, e a responsabilidade acabou por recair, de forma conveniente, sobre a PSP, levantando dúvidas sobre prioridades e critérios.
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