Cheguei de Roma, após participar no Consistório Extraordinário, que reuniu cerca de 170 cardeais de todo o mundo, reunião de todos os membros do Colégio Cardinalício. E dei por mim a pensar neste mistério da Fé que reúne homens de raças diferentes, que falam línguas diferentes e vivem realidades distintas. Sou tentado a dizer que somos diferentes, mas todos iguais. Não só na condição humana, mas também nesta realidade de todos nós, cada um à sua maneira, ter entregado a sua vida por um homem, Jesus, o Filho de Deus Vivo, que morreu e ressuscitou. E ao entregarmos as nossas vidas, demos e somos corpo da Igreja. Acredito que, para muitos que assistem nas televisões ou nas redes sociais às imagens das nossas entradas em procissão, na Basílica de São Pedro, ou aos nossos trabalhos, em pequenos círculos na grande sala do Sínodo, tudo possa parecer um pouco estranho ou fora deste tempo. Mas, na verdade, somos simples homens que querem procurar a vontade de Deus neste tempo agitado e confuso, escutando e partilhando o que sentimos em busca da Verdade.
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Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
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