1984
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
Todos, todos, todos dão corpo à nossa democracia e merecem ser devidamente considerados.
Escutarmo-nos no mundo das famílias, do trabalho, das escolas, da política, da sociedade como um todo.
A esperança renasce todos os dias. Por vezes basta uma palavra, um encontro, uma partilha.
Não esqueça, como diz a campanha das autoestradas : “O melhor presente é estar presente”, conduza com segurança.
Como dizia D António Francisco dos Santos: o lugar dos mortos é no coração agradecido dos vivos.
A proximidade da dureza de mais um Inverno debaixo de guerra, provoca uma nova urgência no regresso da Paz.
Os custos de uma greve geral são imensos. A todos os níveis. Não seremos capazes de encontrar soluções de diálogo.
Temos de viver um dia de cada vez, dando ao tempo, o tempo que o tempo tem.
Mais de duas décadas após a sua morte, o testemunho de D. José continua a ressoar com força.
Não podemos, nem devemos desvalorizar nada do que se faz em prol do bem dos outros.
Recordemos as mães que partiram, desejando que já conheçam a vida plena do Céu, onde o Pai nos espera de braços abertos.
Saibamos recuperar as nossas tradições marcadas pela nossa Fé e saibamos recusar o que nos é «imposto».
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