Os pobres não podem esperar
São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
O nosso tão amado santuário de Fátima é testemunha de tantas lágrimas, de tantos milagres e promessas cumpridas.
Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
Todos, todos, todos dão corpo à nossa democracia e merecem ser devidamente considerados.
Escutarmo-nos no mundo das famílias, do trabalho, das escolas, da política, da sociedade como um todo.
A esperança renasce todos os dias. Por vezes basta uma palavra, um encontro, uma partilha.
Não esqueça, como diz a campanha das autoestradas : “O melhor presente é estar presente”, conduza com segurança.
Como dizia D António Francisco dos Santos: o lugar dos mortos é no coração agradecido dos vivos.
A proximidade da dureza de mais um Inverno debaixo de guerra, provoca uma nova urgência no regresso da Paz.
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