Ainda estamos a tempo. Ainda estamos a tempo de evitar mais desastres nas estradas. A operação de Natal 2025, que decorreu entre 18 e 24 de dezembro assinala a perda de 12 vidas. Como todos nós, assisti às imagens e às declarações das autoridades a propósito do número de acidentes que já ocorreram e a sensação é de desânimo e tristeza. Tristeza porque cada acidente implica não só quem fica ferido ou perde a vida, mas os seus familiares e amigos que sofrem… desânimo, porque parece que nunca mais aprendemos o básico: não se conduz sem licença, não se conduz alcoolizado, não se conduz a falar ao telemóvel… sendo que há sempre o risco efetivo de provocar o mesmo destino a terceiros, isto é, quem vai a conduzir cumprindo todas as regras e é vitima dos outros.
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Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
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